segunda-feira, 19 de novembro de 2018

Moro chama para equipe de superministério delegada que deu nome à Lava Jato

Erika compôs equipe de Moro na força-tarefa da Lava Jato em Curitiba
Reprodução

O juiz federal Sérgio Moro mal foi exonerado nesta segunda-feira (19) e já informou ter levado ao gabinete de transição do governo Jair Bolsonaro (PSL), em funcionamento no Centro Cultural Banco do Brasil, em Brasília, nomes para sua equipe no futuro "superministério da Justiça". Magistrado-símbolo da Operação Lava Jato, Moro ficará responsável por uma estrutura que reunirá as pastas da Justiça e da Segurança Pública, com poderes para nomear o chefe da Polícia Federal.

Reportagem veiculada há pouco no site do jornal Folha de S.Paulo informa que os nomes indicados por Moro são integrantes da Polícia Federal que atuaram com ele na Lava Jato em Curitiba (PR), onde o juiz esteve à frente das investigações do chamado petrolão desde 2013.

Dois nomes levados ao gabinete de transição são Rosalvo Franco Ferreira, ex-superintendente regional da PF no Paraná, e Erika Mialik Marena, uma das primeiras delegadas no comando da investigação. Foi Erika, aliás, que de nome à operação.

"O próximo nome que o futuro ministro deve confirmar é o do diretor-geral da PF, função hoje ocupada por Rogério Galloro. O mais cotado é Maurício Valeixo, que atualmente é o chefe da polícia do Paraná", diz reportagem assinada por Camila Mattoso, Gabriela Sá Pessoa e Laís Alegretti.

Acompanhado dos integrantes da força-tarefa da Lava Jato em Curitiba, Moro contará com o maior orçamento da pasta para esta década. De acordo com o jornal Estado de S. Paulo, ele terá R$ 4.798 bilhões à disposição para executar seus planos de gestão, 47% a mais do que o previsto para este ano. Ao mesmo tempo, ele herdará um deficit pessoal em órgãos como a Policia Rodoviária Federal, que voltará a integrar a pasta, assim como a própria Polícia Federal e o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf).

Moro, que aceitou o convite do presidente eleito Jair Bolsonaro quatro dias depois da votação de 28 de outubro, deixou o magistratura para integrar o governo. Os dois conversaram por cerca de 1h30 para acertar os detalhes. De acordo com Bolsonaro, o juiz pediu “liberdade total” para o combate a corrupção.

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