sexta-feira, 6 de abril de 2018

Para se candidatar ao Senado, Dilma transfere domicílio eleitoral para Minas


Petista morava em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, e vai residir em Belo Horizonte; caso candidatura se confirme, Dilma poderá concorrer com Aécio

Wilson Dias/Agência Brasil 

Dilma Rousseff fez a alteração acompanhada do governador mineiro, Fernando Pimentel (PT)

Para poder se candidatar ao Senado, a ex-presidente Dilma Rousseff (PT) transferiu seu domicílio eleitoral para Minas Gerais nesta sexta-feira (6) no Tribunal Regional Eleitoral, em Belo Horizonte.

De acordo com o jornal Folha de S. Paulo , Dilma concorrerá ao cargo de senadora pelo estado mineiro, onde nasceu, nas eleições de 2018. O veículo afirma que a mudança de domicílio eleitoral de Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, para Minas já foi realizada.

A informação é que a petista fez a alteração acompanhada do governador mineiro, Fernando Pimentel (PT).Leia mais

De acordo com o jornal Folha de S. Paulo , Dilma concorrerá ao cargo de senadora pelo estado mineiro, onde nasceu, nas eleições de 2018. O veículo afirma que a mudança de domicílio eleitoral de Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, para Minas já foi realizada.

A informação é que a petista fez a alteração acompanhada do governador mineiro, Fernando Pimentel (PT).

Caso sua candidatura seja confirmada, Dilma pode concorrer contra Aécio Neves (PSDB), como na corrida presidencial de 2014, mas o tucano ainda não decidiu se tentará a reeleição.

A decisão pela disputa à Presidência foi tomada após a emissão do mandado de prisão contra seu companheiro de partido , o também ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, decretado pelo juiz federal Sérgio Moro na noite desta quinta-feira (5).

Com isso, Dilma e outros líderes políticos acabaram se reunindo no Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, localizado em São Bernardo do Campo, no ABC paulista, onde está Lula, para apoiar o ex-presidente e discutir os próximos passos para as eleições deste ano.
Apoio a Lula

Enquanto esteve em São Bernardo, a ex-presidenta fez um dos discursos em cima de um carro de som estacionado em frente à sede do sindicato. Ela disse que o pedido de prisão expedido por Moro contra Lula “faz parte do golpe” que começou com seu impeachment.

“O Lula é inocente. Está sendo vítima de uma das mais graves ações contra uma pessoa. Nossa Constituição é clara. Não se pode prender sem ter esgotado todos os recursos. O presidente tinha direito de recorrer”, disse.

A ex-presidente acrescentou que “isso faz parte do golpe. O golpe que começou quando me tiraram da presidência da República sem nenhum crime que eu tivesse cometido. “O que nós assistimos hoje é a rapidez com que decidiram privar o maior presidente desse país do direito mais sagrado da Constituição brasileira que é a liberdade”.

O juiz federal Sérgio Moro deu até as 17 horas desta sexta-feira (6) ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para se apresentar "voluntariamente" à Polícia Federal em Curitiba, base da Operação Lava Jato. Lula foi condenado a 12 anos e um mês de prisão no processo do caso triplex do Guarujá.Veja mais

via Último Segundo - iG @ http://ultimosegundo.ig.com.br/politica/2018-04-06/dilma-rousseff-senado-minas-gerais.html
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