sexta-feira, 13 de abril de 2018

Os riscos de participar de grupos públicos no WhatsApp


G1

as últimas semanas, o escândalo da Cambridge Analytica colocou o Facebook na mira de seus usuários mais críticos.


Um deles é Brian Acton, um dos fundadores do WhatsApp, que se juntou a uma campanha para incentivar as pessoas a deixar a plataforma de Mark Zuckerberg: "Chegou a hora. #deleteFacebook", disse ele em sua conta no Twitter.


No entanto, agora é o serviço que ele fundou -- e que foi comprado pelo Facebook em 2014 -- que tem chamado a atenção sobre quebra de privacidade e exposição de dados.


Um estudo feito pelos pesquisadores Kiran Garimella, da Escola Politécnica Federal de Lausanne (Suíça), e Gareth Tyson, da Universidade de Queen Mary de Londres (Reino Unido), mostrou como é fácil adquirir dados sobre usuários do app que usam os chamados grupos públicos.


Em seis meses, os especialistas conseguiram informações sem dificuldade de 45.794 pessoas. Para fazer isso, eles leram cerca de meio milhão de mensagens enviadas a 178 grupos públicos.Leia mais aqui

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